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13/05/2020

Vendas do comércio caem: supermercados têm alta, setor de veículos despenca

As vendas no comércio varejista caíram 2,5% de fevereiro para março, segundo informou o IBGE nesta quarta-feira (13), com recuo de 1% na receita. Na comparação com março do ano passado, a queda no volume é de 1,2%. O setor ainda registra resultado positivo no ano (1,6%) e em 12 meses (2,1%).

Março foi o mês de início das medidas de isolamento, que passaram a atingir a atividade econômica. De acordo com o IBGE, 14,5% das empresas pesquisadas relataram os primeiros impactos das medidas. Entre essas, a queda foi de 23% em relação a março de 2019. As que não apontaram efeitos tiveram alta de 1,5%.

O instituto também verificou comportamento diferenciado entre os segmentos. O que reúne hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, por exemplo, cresceu 14,6% no mês e 11,1% em um ano. E o de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos avançou 1,3% de fevereiro para março. Em relação a igual mês do ano passado, a alta foi de 12,1%.

Veículos e material de construção

Já o chamado varejo ampliado recuou 13,7% no mês – a queda mais intensa da série, iniciada em 2003 – e 6,3% em um ano. Para a atividade de veículos e motos, partes e peças, o tombo foi significativo: 36,4%. Na comparação com março de 2019, retração de 20,4%. As vendas de material de construção caíram 17,1% e 7,6%, respectivamente.

No mês, seis das oito atividades pesquisadas registraram queda no volume de vendas do comércio varejista, “sobretudo aquelas que tiveram suas lojas físicas fechadas em algumas cidades do país, a partir da segunda quinzena do mês”, informa o IBGE. Entre essas atividades, estão Tecidos, vestuário e calçados (-42,2%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-36,1%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-27,4%) e Móveis e eletrodomésticos (-25,9%).

Na comparação anual, o instituto também apurou taxas negativas em seis das oito atividades. O setor de vestuário caiu 39,6%, pior resultado da série, e o de móveis e eletrodomésticos, 12,1%.

“O indicador acumulado nos últimos doze meses, ao passar de -0,2% em fevereiro para -2,5% em março, intensificou a trajetória descendente iniciada em fevereiro após uma série de oito variações positivas anteriores”, lembra o IBGE. “Vale ressaltar que o forte recuo no volume de vendas da atividade se deu por conta de fechamento de lojas físicas a partir da segunda quinzena de março em algumas das principais cidades brasileiras.”

Fonte: Rede Brasil Atual

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